Pesquisa da Associação de Planos de Saúde sem Fins Lucrativos e de Autogestão (Unidas), relativa ao ano de  2016, aponta que o custo médio per capita para cobertura médico-hospitalar acumula alta de 61% nos últimos cinco anos. Somente as autogestões movimentaram R$ 20 bilhões em 2015.

 

Por outro lado, levantamento realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostra que, no período de cinco anos, entre 2007 e 2012, os gastos de uma operadora de plano de autogestão aumentaram 120,4%, enquanto a Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH) foi de 88,1% e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), 31,9% no mesmo intervalo de tempo. Ainda que os dados digam respeito a um período anterior, apontam um quadro geral indicativo de um comportamento,  mostrando que os autogeridos enfrentam uma inflação tão ou mais difícil de lidar do que as empresas que operam na área.

 

Do total, R$ 10 bilhões foram com internações. Dessas, 21% poderiam ter sido evitadas, segundo o estudo, com potencial para redução de despesas de cerca de R$ 2 bilhões ao ano.

 

No ano passado, mostram os números consolidados, o aumento dos preços com saúde disparou 11,05%, a maior alta desde 2001 para o setor, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, foi de 6,29%.

 

fonte: Diário Abrapp

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