A Diretoria da CELOS esteve reunida com conselheiros e presidência da Celesc para uma prestação de contas da instituição. O encontro extremamente positivo, ficando claro que, apesar das turbulências na política e na economia do País, a Fundação tem se destacado pela organização e profissionalismo com que tem sido conduzida.

 

A rentabilidade anual acumulada até o final de setembro, por exemplo, dos planos administrados pela CELOS, os planos Misto e Transitório, é de 5,48% e 6,93%, respectivamente. Este desempenho é superior aos principais índices do mercado financeiro, tanto da renda fixa (CDI), com 4,81%, e poupança com 3,83%, como da bolsa de valores (Ibovespa) com apenas 3,85%. Esses resultados colocam os planos Misto e Transitório como investimentos com rentabilidade superior a maioria das alternativas disponíveis no mercado, em 2018.

 

Isso é resultado da postura de diversificação da carteira de investimentos, realizada pela atual Diretoria, que busca maior estabilidade nos retornos, com foco em títulos públicos federais e fundos de investimentos com melhor desempenho no mercado e elevada liquidez. Com patrimônio total de R$ 2,9 bilhões, a CELOS somou de janeiro até agosto deste ano R$ 244 milhões em benefícios pagos.

 

Ao final da reunião, o Diretor Presidente da CELOS, Ademir Zanella, informou as alterações recentes por parte do CNPC – Conselho Nacional de Previdência Complementar, permitindo que a partir de janeiro de 2019, as Entidades de Previdência Fechada poderão recalcular o equacionamento dos déficits nos planos considerados “em extinção”, ou seja, aqueles que não podem mais receber novos participantes, como é o caso do Plano Transitório. Isso permitirá que a CELOS possa rever o plano de equacionamento, conforme as condições previstas, podendo ampliar o prazo e o número de parcelas, o que resultará numa redução no valor mensal das contribuições extraordinárias.

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