No início de agosto, pela primeira vez nos últimos três anos, o Banco Central reduziu a taxa básica de juros (Selic) em meio ponto percentual – passando de 13,75% para 13,25% ao ano. Mais do que isso, o Banco Central sinalizou novos cortes, provavelmente da mesma proporção, nas próximas reuniões (que ocorrem a cada 45 dias).
A Selic é a taxa básica de juros da economia. É o principal instrumento de política monetária utilizado pelo Banco Central para controlar a inflação. Ela influencia todas as taxas de juros do país, como as taxas dos empréstimos, dos financiamentos e aplicações financeiras. Sua queda, portanto, tem impactos à carteira da CELOS, sejam eles positivos ou negativos.
Positivos ao demonstrar uma visão mais controlada para o índice de inflação (IPCA), além da tendencia em favorecer o segmento de renda variável, que deve receber um pouco mais de recursos dos investimentos oriundos da renda fixa, na busca de retornos maiores. Por outro lado, se estima um impacto negativo à renda fixa, principalmente para os fundos DI, com queda em seu rendimento. Por isso, é importante reforçar a necessidade de ter uma carteira diversificada e equilibrada e estar sempre atento aos indicadores e movimentos do mercado.

