Este ano a CELOS completa 45 anos de existência, e a celebração se dará com homenagens às histórias de vida dos aposentados. Elas serão materializadas num Almanaque, “uma brincadeira informativa e saudosista”, como diz o próprio editorial do primeiro número do Almanaque CELOS. A ideia é recuperar este formato de comunicação que vem de séculos e que no Brasil marcou época com as publicações da indústria farmacêutica.
Além de histórias de aposentados, o Almanaque traz os tradicionais passatempos, charadas e informações variadas, além de curiosidades sobre previdência. Os depoimentos de aposentados terão também uma versão em vídeo, que serão disponibilizados no site da CELOS e nas redes sociais.
“A história da CELOS está diretamente ligada a história dos Participantes e da Celesc, são os nossos aposentados que há 45 anos recebem rigorosamente seus benefícios e usufruem da qualidade de vida que isto proporciona”, comenta João Paulo de Souza, Diretor de Seguridade da CELOS. A escolha do Almanaque, segundo ele, é uma opção lúdica, de referência ao passado, mas que ganha atualidade com a versão em vídeos.
Sá Brito: “em casa “entre os celesquianos aposentados
A equipe de comunicação da CELOS está contando com a consultoria especial de quem conhece muito as curiosidades e figuras que compõem esta história. O aposentado Paulo Sá Brito, autor de livros como “Rádio Peão”, “CELOS 35 anos entre o passado e o futuro” e “Histórias de Luz” está conduzindo as entrevistas com aposentados e contribuindo na redação do Almanaque.
A primeira edição do Almanaque tem perfis de Hélio Tadeu Floriani e Osmar do Santos Soares, de Criciúma, e de Adhemar Tavares Vieira Filho, de Joinville. Os primeiros vídeos têm os depoimentos de Mari Marlene Faraco, de Criciúma, Nilson Basílio, de Lages e Bertolino Silveira de Aguiar, de Curitibanos.
A equipe do Almanaque continua na estrada colecionando histórias para as próximas edições.

