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Rentabilidade dos Planos: Comunicado da Diretoria Executiva

A Diretoria Executiva da Fundação Celesc de Seguridade Social informa aos Participantes Ativos e Assistidos que, em decorrência da Avaliação Econômica dos Ativos do Fundo de Investimento em Participações Energia PCH, elaborada pelo avaliador independente Ernest Young, o Plano Misto apresentou impacto negativo de R$ 58.660.645,82 e o Plano Transitório de R$ 9.320.485,91, em 31/03/2017.

Esse impacto financeiro resultou numa rentabilidade de –1,28% no Plano Misto e –0,42% no Plano Transitório, em Março/2017.

O FIP Energia PCH é um fundo com estratégia voltada ao desenvolvimento energético de matriz renovável, sendo que atualmente o principal ativo operacional do fundo corresponde à empresa Juruena S.A que, por sua vez, detêm quatro PCH`s localizadas no estado do Mato Grosso, todas em plena operação.

O regulamento do FIP Energia PCH determina que sejam realizadas reavaliações anuais, sendo que ao longo de 2016 houve a alteração do Gestor do Fundo (substituição do gestor Infra Asset para Vinci Partners). O novo gestor, por sua vez, entendeu que as premissas utilizadas na avaliação do ativo deveriam ser agravadas, notadamente quanto ao potencial de geração e impactos do mercado regulatório, o que resultou em reavaliação negativa do valor da empresa Juruena S.A.
Cabe destacar que o agravamento das premissas utilizadas pelo novo Gestor não foi consensual entre os cotistas, o que gerou por parte da CELOS e de outros cotistas questionamentos que estão sendo objeto de avaliações jurídicas e econômicas entre as partes relacionadas ao investimento no FIP Energia PCH.

A CELOS reitera, que, independentemente do resultado mensal da rentabilidade, não haverá mudança no fluxo de pagamento de benefícios de aposentadoria e pensões aos Assistidos.

No Plano Misto, os Participantes Ativos sentirão o impacto diretamente no demonstrativo da CIAP. Quanto aos Aposentados e Pensionistas do Plano Misto e do Plano Transitório, ao final do ano de 2017, o atuário irá realizar a avaliação para verificar a necessidade ou não de equacionamento, que depende do volume do déficit atuarial, se houver.

É importante destacar que a Diretoria Executiva da CELOS está engajada em ações destinadas a alcançar a meta atuarial dos Planos, independentemente do resultado especifico de um ou outro investimento. Do mesmo modo, ratifica sua disposição de redução dos riscos das carteiras de investimentos da CELOS, visando reduzir a possibilidade de novos equacionamentos para cobertura de eventuais déficits atuariais dos Planos Previdenciários.

Diretoria Executiva.

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