No período de 23 e 24 de maio de 2024, ocorreu o 25° Congresso Nacional da Associação dos Participantes de Fundos de Pensão e de Autogestão em Saúde (ANAPAR), sediado em Brasília.

O representante da CELOS no evento foi o Diretor Administrativo-Financeiro, Leandro Nunes da Silva, que participou como palestrante na mesa intitulada “Política de investimentos e os desafios para melhorar a rentabilidade dos planos“.

Juntamente com a Diretora de Planejamento da PREVI, Paula Goto, e o Diretor de Administração e Finanças da Viva Previdência, Marcelo Furlanetto, Leandro Nunes apresentou aos participantes o processo de aprovação, execução e controle de riscos da Política de Investimentos da CELOS.

Segundo Leandro Nunes, “Foram 3 horas de apresentações e discussões sobre as perspectivas atuais e os desafios futuros na gestão dos investimentos das Fundações que se destacaram nacionalmente em seu segmento. Junto com a Previ e a Viva Previdência, a CELOS teve a honra de ser convidada para esse debate, podendo contribuir com essa discussão importante para todos os nossos participantes e assistidos”.

No âmbito do Congresso, estiveram presentes figuras de destaque como o Ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, o Superintendente da PREVIC, Ricardo Pena, o Secretário de Regime Próprio e Complementar do Ministério da Previdência Social, Paulo Roberto dos Santos Pinto, e o Diretor de Normas da Previc, Alcinei Rodrigues.

A CELOS aproveitou a oportunidade para apresentar suas principais preocupações com o futuro do setor, destacando a necessidade de atualização das normas que regulamentam a previdência complementar.

Leandro Nunes enfatizou: “É fundamental que possamos discutir e aplicar uma revisão de diversas normas existentes no setor, para que a gestão dos planos de previdência seja feita de modo responsável, mas igualmente justa com os participantes e assistidos. Pedimos, em especial, para que a atualização da norma que disciplina os aspectos relativos à regra de solvência dos planos seja feita de maneira mais ágil possível.

Precisamos olhar com responsabilidade esse processo para que os nossos assistidos não sejam impactados por contribuições extraordinárias que poderiam ser postergadas para recomposição futura, obviamente observando todos os critérios técnicos aplicáveis nesse processo”.

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