No final de setembro, o Banco Central norte-americano (Federal Reserve Bank – FED) decidiu manter a taxa de juros americana na faixa de 5,25% a 5,5% ao ano (maior patamar em 22 anos).

Apesar da decisão já ser esperada pelo mercado, o que chamou a atenção foi o tom mais duro que o FED utilizou em seu comunicado, destacando que a atividade econômica americana e o mercado de trabalho seguem aquecidos e sem sinais de recessão e enfraquecimento (deixando a entender que pode manter os juros nestes patamares elevados por mais tempo).

Considerando o peso dos EUA na economia mundial, as consequências tendem a uma menor atratividade para o investimento das empresas e, consequentemente, para a renda variável (taxas elevadas na renda fixa reduzem a atratividade para renda variável), além de valorização do dólar frente as outras moedas.

No Brasil, soma-se o cenário externo à incerteza em relação ao cumprimento das metas fiscais estabelecidas pelo Governo Federal. Considerando esses aspectos, o reflexo para os investimentos no Brasil, incluindo a carteira da CELOS, foi a queda na rentabilidade para os segmentos de renda fixa e variável. Apesar dessa queda, mantivemos o desempenho dos planos administrados pela CELOS em crescimento, ainda que abaixo da meta atuarial, o que demonstra a estabilidade da carteira.

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