Plano Misto:

o Plano Misto rendeu 0,97% vs. 1,11% de sua meta atuarial e acumula 2,31% no ano vs. 4,36% da meta. Destaque para os segmentos de renda variável (+0,68%), com os fundos de ações acompanhando a alta do Ibovespa e apesar da queda nas ações da Celesc; renda fixa (+0,68%), com boa performance dos Títulos Públicos marcados a mercado, favorecidos pelo fechamento das curvas de juros futuro e apesar da queda nos Títulos Públicos atrelados ao IGP-M, que teve nova queda no mês; e imobiliário (+0,8%), com os fundos imobiliários voltando a se valorizar, com a expectativa de queda nos juros.

No segmento estruturado (+0,3%) houve alta nos fundos multimercado de média volatilidade e queda nos de alta volatilidade. No exterior (+0,44%), resultado positivo com os fundos e o ETF da carteira acompanhando o movimento de alta global, apesar da desvalorização do Dólar frente ao real no mês. Empréstimos, OFNDs e Contrato Reserva fecharam com 1,51%, 0,57% e 1,19%, respectivamente.

Plano Transitório:

o Plano Transitório rendeu 1,03% vs. 1,11% de sua meta atuarial e acumula 3,89% no ano vs. 4,36% da meta. Destaque para os segmentos de renda fixa (+1,08%), com boa performance dos Títulos Públicos marcados a mercado, favorecidos pelo fechamento das curvas de juros futuro; e imobiliário (+4,01%), com os fundos imobiliários voltando a se valorizar, com a expectativa de queda nos juros. Destaque negativo para o segmento de renda variável (-0,3%), que, apesar do resultado positivo dos fundos de ações, foi impactado negativamente pela queda nas ações da Celesc.

No segmento estruturado (+0,1%) houve alta nos fundos multimercado de média volatilidade e queda nos de alta volatilidade. No exterior (+0,4%), resultado positivo com os fundos e o ETF da carteira acompanhando o movimento de alta global, apesar da desvalorização do Dólar frente ao real no mês. Empréstimos, OFNDs e Contrato Reserva fecharam com 1,47%, 0,57% e 1,19%, respectivamente.

Plano Família:

o Plano Família rendeu 0,83% no mês vs. 0,92% do CDI. A totalidade do seu patrimônio está aplicado no fundo de renda fixa DI do Santander, o qual apresentou rentabilidade de 0,88%, correspondendo a 90% do CDI.

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