Plano Misto:
o Plano Misto teve queda de 0,12% no mês vs. alta de 0,99% de sua meta atuarial e acumula alta de 8,3% no ano vs. 10,2% de sua meta. O destaque negativo do mês foi o segmento de renda variável (-3,83%), com os fundos de ações acompanhando a desvalorização do mercado de ações. O segmento estruturado também apresentou queda (-0,91%), principalmente dos fundos multimercado de maior volatilidade, por terem maior exposição a ativos de risco. Já o segmento de renda fixa apresentou leve alta de 0,36% com bom retorno dos títulos públicos marcados na curva e apesar da queda dos títulos públicos marcados a mercado.
O segmento exterior conseguiu capturar a alta das ações globais e fechou o mês com desempenho relevante (+6,35%). O segmento imobiliário apresentou queda (-0,68%) devido à desvalorização nas cotas dos fundos imobiliários e dos CRIs. Por fim, contrato de reserva, empréstimo e OFNDs fecharam o mês com resultado de 1,1%, 0,6% e 0,5%, respectivamente.
Plano Transitório:
o Plano Transitório rendeu 0,28% no mês vs. 0,99% de sua meta atuarial e acumula alta de 9,06% no ano vs. 10,12% de sua meta. O destaque negativo do mês foi o segmento de renda variável (-2,83%), com os fundos de ações acompanhando a desvalorização do mercado de ações. O segmento estruturado também apresentou queda (-1,42%), principalmente dos fundos multimercado de maior volatilidade, por terem maior exposição a ativos de risco. Já o segmento de renda fixa apresentou alta de 0,71% com bom retorno dos títulos públicos marcados na curva e apesar da queda dos títulos públicos marcados a mercado.
O segmento exterior conseguiu capturar a alta das ações globais e fechou o mês com desempenho relevante (+6,33%). O segmento imobiliário apresentou queda (-3,91%) devido à desvalorização nas cotas dos fundos imobiliários. Por fim, contrato de reserva, empréstimo e OFNDs fecharam o mês com resultado de 1,1%, 0,6% e 0,5%, respectivamente.
Plano Família:
o Plano Família rendeu 0,94% no mês vs. 1,02% do CDI. A totalidade do seu patrimônio está aplicado no fundo de renda fixa DI do Santander, o qual apresentou rentabilidade de 1,05%, correspondendo a 103% do CDI.
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