Uma adequada alocação dos ativos é essencial para o sucesso dos investimentos. A atual estratégia de realocação dos valores em ativos líquidos disponíveis tem se mostrado eficiente. No Plano Misto, sua representatividade já é de 14,25%, com tendência de crescimento frente a alocação ainda remanescente em ativos que não possuem liquidez (créditos privados e fundos de participação).
Estas realocações foram direcionadas pela Política de Investimentos e pelo estudo ALM para 2018. “As indicações foram para aumento da participação em ativos dos segmentos de renda variável, multimercado estruturado e multimercado institucional”, explica o Diretor Administrativo- Financeiro, Henri Claudino.
Foi realizada uma análise interna, quantitativa e qualitativa, com suporte da consultoria de investimentos Aditus. Após esse estudo, que avaliou critérios como o risco e o retorno histórico, os objetivos, a idoneidade do gestor e administrador, as taxas de administração, o enquadramento à legislação, entre outros, obteve-se a composição dos fundos líquidos, para a carteira do Plano Misto, em janeiro de 2018, que pode ser observada no gráfico acima.
A partir de setembro de 2017, a diversificação da carteira se intensificou. Os resultados dos últimos períodos, para o Plano Misto, estão resumidos tabela abaixo.
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Nome |
Jan/18 |
Dez/17 |
Nov/17 |
Out/17 |
Set/17 |
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1. Fundos Líquidos (Misto) |
6,02% |
4,52% |
-1,27% |
-0,63% |
3,33% |
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Meta Atuarial Mensal |
0,86% |
0,70% |
0,84% |
0,58% |
0,61% |
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% da Meta Atuarial Misto |
700,0% |
645,7% |
-151,2% |
-108,6% |
545,9% |
No acumulado do período, entre setembro de 2017 e janeiro de 2018, o resultado foi de 12,33% que correspondeu a 343,5% da meta atuarial do Plano Misto.
“O portfólio com os novos investimentos demonstra boas perspectivas para o longo prazo, somado à carteira de títulos públicos federais, estratégia que será intensificada com a contínua redução na exposição em crédito privado e fundos de participação”, afirmou Henri.

