Plano Misto:

 

O Plano Misto rendeu 1,17% no mês vs. 1,46% de sua meta atuarial e acumula alta de 6,12% no ano vs. 7,17% da meta. Destaque para o segmento estruturado, com bom retorno dos fundos multimercado, e para o segmento de renda variável, com alta nos fundos de ações. Outro destaque positivo foi o segmento de renda fixa, com a boa performance dos títulos públicos.

 

Destaque negativo para o segmento exterior, devido a queda nos mercados globais e a desvalorização do dólar frente ao real no período. O segmento Empréstimos fechou o mês com alta de 2,22%, enquanto o segmento Contrato Reserva subiu 1,53% e o segmento imóveis rendeu 0,41%. No mês houve a aquisição de Letra Financeira (LF) do banco Safra e do BDR de ETF BACW39 (enquadrado como renda variável, busca replicar o desempenho do índice MSCI ACWI – índice composto por quase 3 mil ações de empresas de 11 diferentes setores em 50 países, tanto desenvolvidos quanto emergentes, sendo quase 60% EUA, 6% Japão e 4% China, e ações como Apple, Microsoft, Amazon, Tesla, Google e Facebook).

 

Plano Transitório:

 

O Plano Transitório rendeu 1,18% no mês vs. 1,46% de sua meta atuarial e acumula alta de 5,08% no ano vs. 7,14% da meta. Destaque para o segmento estruturado, com bom retorno dos fundos multimercado, e para o segmento de renda variável, com alta nos fundos de ações. Outro destaque positivo foi o segmento de renda fixa, com a boa performance dos títulos públicos.

 

Destaque negativo para o segmento exterior, devido a queda nos mercados globais e a desvalorização do dólar frente ao real no período. O segmento Empréstimos fechou o mês com alta de 2,25%, enquanto o segmento Contrato Reserva subiu 1,53% e o segmento imóveis caiu 0,83%, com retorno negativo dos fundos imobiliários. No mês houve a aquisição de títulos públicos federais, de Letra Financeira (LF) do banco Safra e do BDR de ETF BACW39 (enquadrado como renda variável, busca replicar o desempenho do índice MSCI ACWI – índice composto por quase 3 mil ações de empresas de 11 diferentes setores em 50 países, tanto desenvolvidos quanto emergentes, sendo quase 60% EUA, 6% Japão e 4% China, e ações como Apple, Microsoft, Amazon, Tesla, Google e Facebook).

 

Confira o vídeo explicativo gravado por Mateus De Oliveira Coutinho, analista de investimento da CELOS:

 

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