Plano Misto: o Plano Misto apresentou queda de 0,84% no mês ante 0,64% da meta atuarial no mesmo período. No ano, a rentabilidade é de 5,02% Vs. 5,58% de sua meta. Os destaques negativos foram o segmento de Renda Variável, com queda de 7,51%, impactado pelo mau desempenho dos fundos de renda variável devido à queda do Ibovespa, além de desvalorização das ações ordinárias da Celesc (-12%), e o segmento Estruturado, com queda de 7,06%, em função, principalmente, pelo FIP Brasil Equity Properties (BEP), com impacto de 22,9 milhões referente a condenação arbitral envolvendo o principal passivo detido pelo Fundo. Do lado positivo, destaque para a Renda Fixa (+1,54%) com bom desempenho das NTN-Cs e das NTN-Bs marcadas na curva. Quanto ao segmento de Empréstimo (+4,23%), houve uma atualização contábil e parte desta valorização será revertida em outubro.

 

Plano Transitório: o Plano Transitório apresentou queda de 1% no mês ante 0,64% da meta atuarial no mesmo período. No ano, a rentabilidade é de 3,22% Vs. 5,58% de sua meta. Os destaques negativos foram o segmento de Renda Variável, com queda de 7,58%, impactado pelo mau desempenho dos fundos de renda variável devido à queda do Ibovespa, além de desvalorização das ações ordinárias da Celesc (-12%). Ainda, o segmento Estruturado teve queda de 7,57% em função, principalmente, do FIP Brasil Equity Properties (BEP), com impacto de 3,6 milhões referente à condenação arbitral envolvendo o principal passivo detido pelo Fundo. Do lado positivo, destaque para a Renda Fixa (+0,76%) com bom desempenho das NTN-Cs e das NTN-Bs marcadas na curva. Quanto ao segmento de Empréstimo (+2,10%), houve uma atualização contábil e parte desta valorização será revertida em outubro.

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